Sexta-feira 3 de setembro de 2010
ÚLTIMAS
Por Kevin Ivers, Quinta-feira 12 de fevereiro de 2009
O Brasil fez algo curioso. Usou um acordo de comércio internacional para tentar impedir que países mais pobres do que Brasil sejam autorizados a produzir e exportar cachaça. O mesmo acordo que o Brasil usou para quebrar patentes no passado - porque o Brasil é um "pais pobre."
(Saúde, O Brasil é um país pobre?, Inovação, Entraves ao desenvolvimento, Deboche)
Por Giovane Moreira, Terça-feira 3 de fevereiro de 2009
Se possível, alguém que souber de grafiteiros que se interessem em expor sua arte, temos dois muros de 200 mts, pagamos a tinta,outros materiais e alimentação.
(Saúde, Saneamento básico, Meio ambiente, Espaço aberto, Entraves ao desenvolvimento, Desigualdade)
Segunda-feira 27 de outubro de 2008
Mário Mantovani, diretor da ONG SOS Mata Atlântica, comenta a precária situação ambiental de algumas cidades brasileiras. A capital de Pernambuco recebeu dele uma descrição que merece atenção: “uma cidade cercada de cocô por todos os lados”. Com o tema meio ambiente, o VOZ retoma também a discussão sobre o saneamento básico no Brasil. As discussões estão todas interligadas. Você tinha noção de que Recife é assim? Você sabia que poder apertar o botão de uma descarga em casa não significa que você se livrou adequadamente dos dejetos? Tem noção de como a falta de estrutura sanitária degrada o meio ambiente no Brasil? Tem noção do que precisa ser feito?
(Convidado, Desigualdade, Entraves ao desenvolvimento, Saneamento básico, Saúde, Meio ambiente)
Segunda-feira 27 de outubro de 2008
Mário Mantovani, diretor da ONG Mata Atlântica, relata a situação preocupante da capital baiana Salvador tem especulação imobiliária, compromete mananciais e tem problemas de trânsito tão graves quanto São Paulo. Mantovani cita, como exemplo, o novo empreendimento Alphaville, que derrubou floresta para mostrar desenvolvimento, em vez de valorizar a mata em seu entorno. “O bom é que a cidade está reagindo”, diz ele. Soteropolitanos, digam o que pensam da situação na cidade.
(Educação, Corrupção, Saúde, Saneamento básico, Meio ambiente)
Segunda-feira 27 de outubro de 2008
Mário Mantovani, diretor da ONG SOS Mata Atlântica, alerta para a grande especulação imobiliária em Santa Catarina, que ele define como uma ilha limitada com uma grande capacidade de atração de pessoas.
O que os catarinenses têm a dizer sobre isso? O que vai ser necessário para que a população se mobilize para proteger a sua cidade?
(Meio ambiente, Saúde, Saneamento básico, Corrupção)
Segunda-feira 27 de outubro de 2008
Mário Mantovani, diretor da ONG SOS Mata Atlântica, alerta para o problema da expansão urbana e para a necessidade de proteger as áreas de mananciais. A população que vive de forma irregular na Represa de Guarapiranga foi colocada lá por maus políticos”, diz. O que você acha dessa situação? Sabia que era assim? Acha que a imprensa está alertando a população adequadamente? O que falta para que os paulistanos se mobilizem mais para defender sua cidade?
(Meio ambiente, Saneamento básico, Saúde, Desigualdade, Corrupção)
Helena Vieira | S. Paulo | October 27, 2008, 12:34pm | #
Trago da infância a imagem bucólica de uma Salvador que não existe mais. Casinhas brancas e marzão aberto da Boca do Rio a Itapuã, onde minha tia tinha uma casa de veraneio. Esse era o lado bom. O isolamento cultural da cidade em relação ao resto do mundo, a política de cabresto, a alegria como único estado de ânimo aceito coletivamente eram o preço que se pagava pela vida no paraíso tropical. Há vinte anos não moro em Salvador. E hoje, quando visito, me alegro pela diversificação cultural da cidade, pelo teatro vivo e pulsante, pelo enriquecimento gastronômico, pela alternância política. Mas será que temos de pagar um preço de novos ricos para desfrutarmos essa maior diversidade de escolha? Precisamos jogar fora o mato, para provarmos que não somos tabaréus-caipiras? Precisamos, como enfatiza Dimitri Ganzelevitch, jogar fora as pedras portuguesas que calçavam e embelezavam o Porto da Barra, para nos afirmarmos perante um confuso ideal de modernidade que ninguém sabe definir? Precisamos mesmo dos nomes Manhattan Park e Alphaville, que só nos faz parecer cópias periféricas da periferia paulista? Pior do que os nomes é o conceito. Desmatar para progredir. Uma idéia de progresso que vai no sentido oposto ao da vanguarda do urbanismo mundial. Os baianos não merecemos isso.