Quarta-feira 16 de abril de 2008
Presidente da UNE: "Muito rico, mas com graves problemas de distribuição de renda"
“O Brasil é um país muito rico, mas com graves problemas de distribuição de renda.
Aliás, a má distribuição da renda é um dos fatores que propiciam a formação de uma grande população pobre. Precisamos consolidar uma política de geração de emprego para diminuir as diferenças; Ter uma reforma tributária que cobre dos mais ricos e das grandes heranças maiores impostos.
É preciso, ainda, capacitar a população carente, desfavorecida; Garantir aos jovens, principalmente os de baixa renda, acesso às universidades publicas. Esta é uma das maneiras para assegurar o desenvolvimento brasileiro.”
Lúcia Stumpf é a Presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE)

















Heráclito de Sousa Lima Neto | São Paulo | April 21, 2008, 5:18pm | #
Concordo com a presidente, Lúcia Stumpf. No entanto acho que o Brasil está num momento de marasmo. O brasileiro acha que o voto é sua única arma para se fazer ouvir. Se pensarmos que outrora íamos às ruas protestar contra o regime militar e hoje em dia vemos esse teatro de horror passar na televisão e ficamos passivos diante de tudo isso (como disse Caetano Veloso: “aqui embaixo a indefinição é o regime”).
Os estudantes têm que ir às ruas, mostrar aos nossos lideres que eles governam para nós. Temos como exemplo recente as manifestações dos estudantes da Unb. Vamos encher a Avenida Paulista com 2,5 milhões de pessoas, como na Parada Gay (com algumas ressalvas), para demonstrar de maneira pacifica que não estamos alienados diante de tudo que acontece no Brasil. Mostrar que queremos fazer valer nosso voto, de maneira pontual e objetiva, abordando temas como, verbas para financiamento estudantil, a transposição do Rio São Francisco, a questão indígena, a dengue, as campanha de prevenção à AIDS, o transporte publico nas grandes cidades, a corrupção que anda solta desde o Planalto Central e todos os interesses de âmbito nacional.
E já que falo de cobrar os lideres, começo esta cobrança a quem está “mais próximo” de nós – nossa Líder Estudantil –.
Vamos voltar às ruas!