Voz

Você acredita na história de que o “pessoal dos direitos humanos” quer que o Estado passe a mão na cabeça de bandido? Então veja estas duas entrevistas...

Bandido preso não evapora. Ele vai para um sistema carcerário, onde convive com um grande número de outras pessoas como ele. Agora precisamos decidir o que queremos. Que ele fique lá em condições sub-humanas e saia de lá uma pessoa mais violenta do que quando entrou? Ou que tenha um tratamento humano, aprenda um ofício e volte à sociedade recuperado do crime? Estas são perguntas feitas por Denis Mizne, diretor-executivo do Instituto Sou da Paz. Eduardo Manoel de Brito, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência, da USP, diz que a maioria da população carcerária é composta de pessoas que cometeram crimes contra a propriedade, ou seja: roubo. Uma pequena parcela está ali por assassinato.

Fervendo:

Avaliação atual 4,78/10 (59 avaliações)